quarta-feira, dezembro 12, 2007

Lets play retro

Ok... eis um vídeo retirado dos arquivos da Nintendo que.. enfim... não comento...

quarta-feira, novembro 28, 2007

Aeroporto Internacional do Pinhalão

Ao que parece o novo aeroporto da Ota vai ser em terras caramelas. Isso mesmo, no Pinhalão!!! (Só podia! Que terra melhor poderia haver para a construção de um novo aeroporto?) Sendo assim, aproveito para deixar a minha proposta de planeamento: Sendo o projecto de tamanha importância, até faço um preço especial de arrendamento. Ora bem, eles vão poupar três mil milhões de euros em Pinhal Novo, ora... dois e um... três... noves fora nada... e três... seis... ora aí... humm... pr'aí... €2 999 999,99/mês parece-me justo...

sexta-feira, novembro 23, 2007

A Minha Política Anti-Spam

E é mais ou menos esta a minha política anti-spam. Só para verem que não estamos aqui a brincar... (calquem na imagem pa ver a animação).
(imagem, cortesia do Luís)

sexta-feira, novembro 09, 2007

Parabéns Ana

terça-feira, outubro 09, 2007

Memorial

In memory of those fallen

in the defense of Earth

and her colonies

March 3, 2557

117

sexta-feira, outubro 05, 2007

José Cid - detonado (figurativamente)

Eu jurei a mim mesmo que não ia fazer isto, mas depois de acordar ontem com o despertador a tocar "Um Grande, Grande Amor" de José Cid, não pude mais resistir. Então cá vai a análise detalhada desta grande música:

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye, - está claro que José Cid quando começa ainda não sabe bem a nacionalidade de quem está a falar, daí despedir-se logo ao inicio da canção, por ser imposível a comunicação. Mesmo assim, fá-lo de uma forma multilingue.

Amore , amour, meine liebe, love of my life. - Este segundo verso já nos faz compreender melhor que a pessoa que desconhece a lingua que fala não é nada mais, nada menos que o amor da vida dele. José Cid, ao cantar, ainda faz uma pequena alteração na letra: altera "love of my life" para "liver of my life" - fígado da minha vida, o que é de facto extremamente romântico, já que sem fígado, vivemos agarrados à máquina de hemodiálise, assim, após esta despedida, José Cid terá uma vida dolorosa.

Se o nosso amor findar,

Só me ouvirás cantar,

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye, - apesar de já se estar a despedir, se deixar de amar esta desconhecida (partindo da suposição que é uma mulher...) ele voltará a despedir-se, mas desta vez a cantar. Cantar, provavelmente porque deixará de sentir a dor que ele compara a uma hemodiálise.

Amore , amour, meine liebe, love of my life. - Aqui salienta com quem está a falar, apesar de ele ainda não conhecer bem este seu "grande amor"

Este amor não tem grades, fronteiras, barreiras, muro em Berlim, - pois o seu único obstáculo, pelos vistos é a língua que o faz desistir logo ao inicio.

É um mar, é um rio,

É uma fonte que nasce dentro de mim. - sendo José Cid "o cantor que veio do espaço", estas características não serão de estranhar.

É o grito do meu universo, - qual, não sabemos.

Das estrelas p'ra onde eu regresso, - a sua constelação natal para onde voltará e de onde voltará se deixar de amá-la

Onde sempre esta música paira no ar. - possível característica da sua terra natal.

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,

Este amor é um pássaro livre, - dado que não compreende a língua da sua recém-conhecida cara-metade, não assume nenhum compromisso

Voando no céu azul,

Que compôs a mais bela canção deste mundo de norte a sul. - óbvio que não é do nosso, é do de José Cid

as palavras que eu uso em refrão,

Fazem parte da mesma canção,

Que ecoa nas galáxias da minha ilusão - possível característica da sua terra natal.

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye,

quarta-feira, setembro 26, 2007

26-09-2007

Finalmente, chegou o dia... =D